No que respeita ao trabalho criativo, o copywriter é um dos protagonistas do momento. Quem redige os conteúdos para diversas marcas, além de ter de considerar o tom, posicionamento, entre outros fatores, também deve direcionar a sua escrita para a conversão (seja de leitor para comprador de um produto ou para seguidor de uma página). É necessário encontrar o equilíbrio entre a “boa escrita” e a sua otimização nas plataformas digitais. Para ajudar a sua marca, este artigo revela 4 dicas de web copywriting.

Antes de avançarmos com as dicas, lembre-se que, mais que escrever, há que saber para quem o conteúdo está a ser escrito. As dinâmicas B2B ou B2C são bastante diferentes e, mesmo dentro de cada um destes pólos, existem diversas audiências cujo tratamento e chamada de atenção são feitos de formas distintas.

1. Listas

Para bom organizador, uma lista basta. E este mote também se aplica à redação de conteúdos digitais. Não só a leitura é mais fácil e memorável, a informação está “arrumada” como consegue ser filtrada de acordo com as preferências do leitor, organizar o conteúdo por listas também o incentiva a acompanhar o conteúdo de determinada marca no futuro. Além disso, o algoritmo da Google privilegia o conteúdo indexado, o que beneficia uma marca em termos de SEO.

Alguns dos exemplos mais populares de escrita em listas são “X benefícios”, “X destinos”, “X atividades”, “X ideias”. 

2. Metáforas e Analogias

A escrita deve ser clara no seu sentido. Mas pode estar acompanhada de recursos estilísticos que ilustram a mensagem. O uso de metáforas e analogias na criação de conteúdos digitais ajuda a simplificar conceitos complexos, através de referências confortáveis ao leitor que dão personalidade ao texto.

3. Concordância

Por muito óbvio que pareça, é igualmente essencial que as mensagens se mantenham coerentes ao longo da sua sequência. Para isso, há que estabelecer e respeitar a forma como a entidade é apresentada, tal como o leitor. A marca apresenta-se na primeira pessoa do singular? Primeira pessoa do plural? Terceira pessoa do singular? E o destinatário da mensagem? Escolhe o “tu”, “você” ou “os nossos clientes”?

4. Dizer “não” ao medo

Hemingway diz que o primeiro rascunho de tudo é sempre… menos bom. E isso tem as suas vantagens. Mais que ter medo do fracasso, devemos assumi-lo e normalizá-lo. Os erros ensinam, e reconhecer a sua aprendizagem ajuda a sair da zona de conforto e criar conteúdos mais disruptivos.

Na Lisbon Project, estes são alguns dos passos que decorrem no processo criativo para a criação de conteúdos digitais. Se quiser que a sua empresa usufrua da nossa estratégia, contacte-nos!